Depois deste ataque fatal, os agricultores arrasados e assustados decidiram substituir as vinhas e plantar cana-de-açucar, milho e feijões. Nem tentaram replantar as vinhas. Só poucos fizeram novas plantações com vinhas mais comuns e robustas, mas quis o destino que estas vinhas fossem atacadas pela Phylloxera Vastarix em 1873. A praga Vastarix era uma espécie de insecto horripilante e com grande capacidade de reprodução, que agia “colando-se” às raízes das vinhas em toda a sua força. Estes insectos subterrâneos significavam o fim mesmo para os produtores mais fervorosos, que tentaram o cultivo das vinhas mesmo após o Oïdium. Foram os mercadores ingleses que trouxeram alguma esperança à produção de vinho Madeira, após a visita destas doenças, que devastaram as vinhas madeirenses em menos de um quarto de século: Thomas Leacock e Charles Blandy. Estes dois nomes nos rótulos das garrafas fazem a história do vinho da Madeira. Outros bem afamados e com reputação mundial bem merecida são as excelentes adegas dos Barbeitos, conhecidos como Vinhos Barbeito (Madeira), LDA. Mário Barbeito de Vasconcelos era um apaixonado pelo vinho e pela história da Madeira. Mantém uma colecção pessoal de variados artigos que remontam à colonização da Madeira. Ele devotou muito tempo à pesquisa sobre o vinho e Cristovão Colombo. Existem ainda as caves de H.M.Borges, e Sucrs, LDA. Henriques & Henriques, LDA, um dos maiores produtores da actualidade, Pereira D’Oliveira (Vinhos), LDA, Vinhos Justino Henriques & Filhos, LDA, e Silva Vinhos, LDA. |
|